terça-feira, 17 de outubro de 2017

EDITORA JAPARATUBENSE LANÇARÁ LIVRO NA IV BIENAL EM ITABAIANA

ConviteLivro será lançado no maior evento literário de Sergipe


Escrito em 2013, Fim de Primavera foi publicado, oficialmente em 2015 e disponibilizado para vendas desde 2014. O lançamento será no dia 21 de Outubro de 2017, das 18 às 21 horas

Sinopse: Sabe aquele momento da vida, onde o amadurecimento nos faz refletir sobre a infância e juventude, ou seja, tudo que construímos como valores e experiências para seguir em frente o nosso caminho? Fim de Primavera seria uma metáfora ao fim da juventude? Talvez, essa juventude física, esse tempo de flores que nos deixam eufóricos e nos fazem pensar no futuro de forma dolorosa! Mas, o poeta diz que o "o fim da primavera para ele/E o recomeço..." do que não viveu ainda. Então, é o fim de uma primavera e a espera de outra? Amores, paixões, aventuras da juventude. Trabalho, família e a procura de sair da rotina... E a solidão, pode ser a companheira e a saudade o único consolo de um tempo bom, ou, que podia ter sido bom. O poeta fala com a alma para tocar a sua alma! Imperdível!"

cover_front_perspective_fim de primaveraCLIQUE NA IMAGEM PARA COMPRAR O LIVRO

Número de páginas: 104
Edição: 1(2015)
ISBN: 978-85-68166-03-1
Formato: A5 148x210


Livro publicado pela editora JHS Publicações

sábado, 23 de setembro de 2017

XIV Encontro de Artistas de Japaratuba reúne poetas

XIV Encontro de Artistas de JaparatubaFoto: Divulgação


XIV Encontro de Artistas de Japaratuba é uma reunião onde poetas e artistas discutem ações culturais.

Com a presença de Gibras (Gilberto dos Santos), Jota Erre (José Pereira Rodrigues) e F. J. Hora (Flávio Hora) a reunião teve início às 14 horas, sobre os seguintes assuntos:

  1. Ações Culturais: onde definiu-se os projetos de publicação de antologias e a confecção de um evento ou festival independente;
  2. Avaliação do Festival de Poesia editado em 2017 – Apesar de ser um evento de divulgação e expositor da poesia Japaratubense, para os poetas Gibras e  Jota Erre faltou a participação do Conselho Municipal de Políticas Culturais como colaborador da gestão pública, resultando na má edição e má informação sobre o evento. O regulamento (antes era edital) não contemplou conquistas anteriores;
  3. Sarau – Vem crescendo o desejo em se fazer um evento onde se apresentem a diversidade artística, principalmente a poesia;
  4. Bienal do Livro de Itabaiana 2017 – Lançamento de livros de escritores japaratubenses em um dos mais importantes eventos do setor literário em nosso estado.


XIV Encontro de Artistas de Japaratuba

domingo, 30 de julho de 2017

AS MÚSICAS ATUAIS E AS MENSAGENS DISTORCIDAS.

musica

Ouvindo o reggae bem cantado pelo cantor Edson Gomes (Cachoeira, Bahia, 3 de julho de 1955), encontrei a música que traduz a realidade brasileira, e, ao mesmo tempo, chama a atenção para a juventude que está “perdida” e para o “amor que os cantores cantam” que é uma ilusão, ou seja, está destruindo a família, pois, o conceito está distorcido.

As músicas atuais pregam o amor como uma grande “sofrência”, termo que viralizou e se tornou a “filosofia” de um povo sem rumo, frutos do consumismo e da indústria cultural.


Segue abaixo uma das melhores músicas que refletem sobre essa realidade.

edson-gomes

TRAUMAS

Edson Gomes


O amor foi a pedra que faltou no alicerce da nação

Esse amor és a pedra que sobrou nessa nossa construção

E o amor que os cantores cantam

Não junta a família

Não soma,não junta a família uo uo uo


Filhos e filhas contraindo traumas

Sexo e drogas, fama e dinheiro

Assunto principal

Sexo e drogas, fama e dinheiro

Notícias do jornal


Juventude toda perdida

Uma juventude mal dirigida

E mesmo protegido pela polícia

Nós não estamos livres da violência

A juventude toda perdida

Uma juventude mal concebida


Mesmo protegidos pela polícia

Nós não estamos livres da violência

Que não soma, nem junta uma família

Não soma, não junta, a família


ANÁLISE DO TEXTO


“O amor foi a pedra que faltou no alicerce da nação”

O Amor – sentimento espiritual de quem ama, quer bem, suporta a felicidade do outro, é caridoso. A natureza intrínseca de Deus. Diferente da paixão, que é um sentiment carnal de desejo pelo outro.


“E o amor que os cantores cantam

Não junta a família”

O amor que os cantores cantam é atração física, paixão, excessos da carne, não traz bem estar, mas, leva aos vícios e pecados. Como diz a música, causa traumas. A “sofrencia” é um produto capitalista, para vender shows, bebidas e fortalecer o comércio de ilusões.


“Sexo e drogas, fama e dinheiro

Assunto principal

Sexo e drogas, fama e dinheiro

Notícias do jornal”

Apesar da repressão de outrora, esse assunto era tratado como tabu, mas, mesmo após a quebra de símbolos e dos “bons costumes”, esses assuntos foram enfaztizados de tal forma que o ser humano ficou dividido entre o amor e o ódio, radicalizando tudo, perdendo o equilíbrio em nome de uma igualdade desleal.


“Juventude toda perdida

Uma juventude mal dirigida”

Essa distorção de conceitos levou à desorientação dos jovens atuais, a seguirem o que os vendedores de ilusão querem que o aspirantes a adultos responsáveis consumam.


“Mesmo protegidos pela polícia

Nós não estamos livres da violência”

Como consequência de tudo isso, a violência é uma realidade. Os traumas sociais revelam jovens acomodados, que sofrem calado e fazem justiça com as próprias mãos, que não querem estudar, que são contra as roupas sociais, as músicas clássicas e a poesia lírica.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

MASSILON SILVA: Do jornalismo à poesia - entrevista com um poeta e contador de histórias.

WhatsApp Image 2017-07-16 at 21.51.32Massilon Silva


Sergipe é um estado rico em cultura e poesia, e o nordeste é berço de grandes poetas populares. O chamado cordel é hoje uma das marcas da poesia sergipana e tem revelado grandes artistas como Massilon Silva, um alagoano que adotou Sergipe como morada a mais de 20 anos.


SONETO


Ao morrer que me deixem ser levado

Em pomposo cortejo, que evolui

Entre cânticos solenes entoados,

Qual soberano egípcio (que não fui).


Depositem meu corpo inanimado

Num sarcófago envolto em ouro e prata,

E por companheiros, bem ao lado,

O wisk e o cigarro de Sinatra.


Sob um manto de estrelas radiosas

E ao som de melodias eloquentes,

Habitarei entre jardins em Nínive


Adornado com pétalas de rosas

Embriagar-me-ei eternamente

De amor das mulheres que não tive.

                                                     

                                             Massilon Silva



SOBRE O AUTOR


Massilon Ferreira da Silva, natural de Pão de Açúcar, Alagoas, onde nasceu aos 06 de março de 1954.

Formado em Direito pela Faculdade de Direito de Maceió - FADIMA, estudou também Observação Meteorológica de Superfície - SUDENE/OMM, Curso Básico de Jornalismo - Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas e Teologia (não concluído ) - Faculdade ALFA, Aracaju.

Atuou como corresponde do Jornal de Alagoas, Jornal de Hoje e Desafio, todos de Maceió/AL.

Participou das antologias Tempo Definido e outras , da Editora Scortecci, São Paulo e da coletânea Aperitivo Poético, Aracaju/SE.


Confira a entrevista:


1. Como descobriu a poesia em sua vida?

Massilon Silva: Ainda na escola, no antigo Ginásio. Eu tinha um bom professor de português, que fazia questão de mostrar poesia para os alunos. Ele tinha prazer em ensinar a gente contar sílabas poéticas. Fui gostando e caí na estrada.

2. Apesar do contato com a poesia, já chegou a escrever em prosa?

Massilon Silva: Sim. Uma rápida passagem pelo jornalismo me levou para esse lado. Tenho muita coisa pronta, aguardando publicação.

3. A crônica é um texto literário originário do jornais. Qual tipo textual você aproveitou do jornalismo?

Massilon Silva: Eu gosto de contar histórias (curtas, é claro) do cotidiano, em linguagem direta.

4. Você se identifica com algum estilo literário, ou tem alguma técnica para escrever? Qual sua fonte de inspiração?

Massilon Silva: A inspiração depende do momento.  A gente pode escrever sobre um tema atual, sobre situações pelas quais passamos ou presenciamos, ou simplesmente imaginar e passar para o papel, aí já descampando para a ficção propriamente dita.

5. Sobre a divulgação do seu trabalho, há alguma dificuldade para publicar seus textos?

Massilon Silva: A maior dificuldade encontrada é mesmo a financeira.

6. As redes sociais tem sido uma válvula de escape para a divulgação. Você acha seguro publicar na internet?

Massilon Silva: Eu sou meio avesso à internet. Gosto mesmo é do impresso; do cheirinho de livro novo.

7. Sobre a leitura em nosso estado. Há incentivo para a produção e publicação de livros?

Massilon Silva: Não transito por essa área. Conheço poucas pessoas envolvidas, portanto não tenho como opinar.

8. E sobre a produção poética no Brasil Contemporâneo. Há bons autores? Alguma revelação?

Massilon Silva: Não tenho lido.

9. Quais seus prêmios, publicações, projetos ou algo relevante na área literária?

Massilon Silva: O único concurso de que participei foi de um aqui em Aracaju, Acho que era Aperitivo Poético. Fui classificado. Publiquei poemas e contos em duas Antologias da Editora Scortecci e algumas poesias em jornais. Pouca coisa. Pretendo retomar este ano, se tudo der certo.

10. Como você avalia o futuro da literatura e da produção cultural no Brasil?

Massilon Silva: As perspectivas são animadoras. Pelo que sei tem muito mais gente lendo.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

SENTIMENTOS DO CORAÇÃO: O Primeiro livro de Liu Poetisa

cover_front_big_sentimentos do coraçãoCapa do livro

Cumprindo a sua responsabilidade social, a editora JHS Publicações, publicou e disponibilizou para vendas o livro da escritora Liu Poetisa, Sentimentos do Coração.
A data do lançamento ainda não foi divulgada!

Os Sentimentos do Coração é o que nos impulsionam a viver, são eles que revelam realmente quem somos através de gestos, atitudes e palavras. Este livro foi feito exatamente para isso, para que através de tudo que sentimos possamos expressar o nosso "eu" sejam relacionados as sensações alegres ou tristes do nosso dia a dia! Tenho certeza que cada poesia aqui escrita se identificará de alguma forma com o leitor!

A Escritora

Liu PoetisaLiu Poetisa

 

MEU NOME É NILEILDES RODRIGUES DA SILVA SANTOS NASCIDA EM JAPARATUBA- SERGIPE NO DIA 26 DE MAIO DE 1976 FILHA DE ALOISIO DA SILVA E MARIA RODRIGUES COMECEI A ESCREVER POESIAS AOS 11 ANOS DE IDADE. HOJE, ALÉM DE ESCREVER SOU COMERCIANTE E MORO ATUALMENTE NA BAHIA.MESMO MORANDO DISTANTE DA
MINHA TERRA NATAL NUNCA CORTEI OS LAÇOS AFETIVOS QUE TENHO POR CIDADE FAMÍLIA E AMIGOS. PARTICIPEI A PRINCÍPIO DE 03 CONCURSOS DE POESIA FALADA DE JAPARATUBA, DENTRE ELES O QUE HOMENAGEOU O GRANDE POETA SERGIPANO E JAPARATUBENSE GARCIA ROSA. TAMBÉM SOU PROTETORA E DEFENSORA DOS ANIMAIS, ME ENVOLVENDO EM DIVERSAS CAUSAS EM AJUDA E APOIO A DIVERSAS INSTITUIÇÕES.

ASSIM SOU EU, SIMPLESMENTE “Liu Poetisa”

 

Premiações


Participei recentemente de 03 Antologias: IV prêmio literário escritor
Marcelo de Oliveira Souza, antologia de poesia e prosa.
Concurso Nacional novos poetas 2016CNPP antologia poética
com 250 poemas fiquei entre os 20 melhores em 11° lugar/
poemas.

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domingo, 27 de novembro de 2016

ILHA DA SOLIDÃO: Poemas e Canções sobre sentimentos e reflexão

cover_front_big_isCapa de livro

 

INTRODUÇÃO

Foi o amigo escritor Gibras que comentou comemorando, no dia de seu aniversário, sobre o outro escritor, Mário de Andrade, que publicava seus cadernos. Pois bem, dentre os que se perderam e os que restam desde 1997, quando comecei a registrar meus textos em folhas pautadas em brochuras ou espirais.

Encontrei esse caderno de 48 folhas, o que após a edição chega a mais ou menos 70 páginas, achei interessante publicar o que escrevemos em 1999, precisamente entre 13 e 18 de Julho daquele ano, menos de uma semana.

Naquela época, os versos eram vistos como letra de música que compunham uma “trilha sonora”, chamada de Pensar é Viver & Ilha da Solidão. O primeiro nome era por causa da temática filosófica com que o eu-lírico imprimia em seus poemas. O segundo nome remetia ao estado ou local ideal para a produção literária.

Claro que encontramos diversos cadernos desse período, desde 1998 até 2000, com grandes produções que classificamos posteriormente de Despertar Poético ou Primeiros Versos.

Apesar de muitos conteúdos terem se perdidos devido ao tempo e ao desprezo de muitos pela literatura, tratando os cadernos como velharia ou inutilidades, besteiras que os jovens escrevem e acabam indo pro lixo. E, por isso, é sempre bom utilizar-se das novas ferramentas disponíveis de publicação como blogs, arquivos na nuvem e até a digitalização de todos os originais.

Ilha da Solidão é apenas um dos cadernos mais expressivos, onde a mentalidade do poeta de apenas 13 anos de idade, confunde-se com um eu-lírico preocupado com o seu tempo, fazendo uma investigação e documentando a realidade.

É evidente, na maioria dos textos um claro apelo sentimental das músicas dos anos 80 e 90. Na verdade, essa é uma reação à crescente onda de quebra de tabus, do axé e do pagode com músicas de duplo sentido e sem uma mensagem intrínseca.

Canções ou poesia para ser cantada era a tentativa do poeta em utilizar sua veia musical para expressar sentimentos como na antológica SOLIDÃO.

Contudo, 12 de Abril de 1998 ficou conhecido como o marco inicial da literatura flaviana, com o estilo que ele classificou como Pré-Originalismo, uma reação ao modernismo, tentando restaurar temas do Classicismo como universalismo, rigor formal, conflito corpo x espírito, vida pastoril e bucólica, entre outros.

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ILHA DA SOLIDÃO

 

Um lugar no meio do paraíso

Que somente o som do mar

E os passarinhos por parceiros

De tudo o que eu cantar.

 

Essa fonte de prazer

Silêncio da alma que se compraz

Com um minuto de poesia

E vinte quatro horas de paz.

 

Já me sinto cheio da natureza

Que o céu me dá sua essência

Talvez me inspire nessa beleza

Com a alma em transcendência.

 

Por isso, que preciso dessa mensagem

Transmitir com grande paixão

Que me libertando dessa algazarra

Torne-me ilha da solidão.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

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